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Jornal de Cristal...
             ... e coisa-e-tal



 
 
 

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... e que venham muitos outros!

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Castanha

Belo Hino

Brasil, terra abençoada por Deus
 
 

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Cath

Memórias Paraúnicas - Levando a sério esta minha nova carreira de desenCAVAR tesouros, fui à luta e encontrei mais esta pérola. Este mail foi enviado pela Cath ao Joca, ainda dentro daquele espírito paraúnico que começou com um inocente mail meu ao Joca numa 4ª feira de abril. (Lú, 20/09/2002)


A barranqueira aqui não gosta do termo saudade.
Prefiro ver a saudade como um substantivo abstrato
exclusivo da língua portuguesa e só.
Na verdade é a lembrança de algo bom do qual a gente
sente falta e quer perpetuar em nossa vida.Não é
possível clonar um momento, uma experiência vivida.
Situações boas, por mais que se repitam, têm sempre
uma característica nova , própria do novo momento.
A vida é um eterno renovar e por isso nem sempre
recordar é viver. É melhor viver o presente e fazer dele
um excelente momento, embora às vezes seja difícil.
Mais difícil será se a gente começar a desenterrar
momentos mais felizes que já vivemos. Aí estaremos
amargando o presente.
Gosto mais da palavra esperança.

Cath (fórum, 27/08/2002)

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Joca

Paraunando...  - "mail" do Joca para a Lú - um texto literário!!!


A Saudade é grande



Bonjour!

Sempre que este rio fica a correr assim,silencioso,solene
no seu curso definido pelas suas sinuosas margens
virtuais, fica difícil atravessá-lo...O silêncio também é navegante,
dos mais densos em seus conteúdos!
Não é só porque "desenterrei"o Lourenço nas minhas
leituras, mas também por estar movido por este sentimento aqui
no meu canto,contemplando as aguas doces de cristal,que trago
um fragmento à tona:
               "Sob outros nomes ou sem nomes, a saudade é
               universal, não apenas como desejo de eternidade,mas como
               sensação e sentimento vividos de eternidade. Ela brilha sozinha
               no coração de todas as ausências."
               (E.Lourenço,MITOLOGIA DA SAUDADE,1997-
               Companhia das Letras.)
               Uns abraços a todos!
Joca (fórum, 27/08/2002)

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Pascal 70 IV

Salmo 22 - versão do Pascal - Porque amanhã é aniversário do saudoso tio Carlos, veio-me à lembrança o "santinho" distribuído aos familiares e amigos, por ocasião da sua morte, com o texto de autoria do Pascal, uma versão do salmo 22. Tanto o salmo propriamente dito, quanto a versão "pascalina" são uma boa leitura para todos os momentos - para nos dar reforço nas "voltas" da vida ou mesmo para refletir... neste final de domingo que antecede a segunda-feira, dia símbolo de começar, recomeçar, retomar, continuar... como queiram. (Duca, fórum, 22/09/2002)



Eu tive infância - olha aí o túnel do tempo rodando com um simples "click" de uma câmera fotográfica, "em algum lugar no passado"...


Dois anjinhos no altar


Olho de Deus


Poema postado no fórum pelo Pascal VI


 Pour Léonide



Chuva chovedeira



Mudaria a Páscoa, ou mudei eu?
 
 

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Acrosticando uma B-JOCA - no aniversário do Joca (12/09/2002), com direito de resposta...

Reminiscências - Aqui vai, literalmente, um pedaço da minha história e do meu coração. É emocionante reviver aqueles tempos. A Cath que me perdoe, mas recordar também é viver. É através da saudade que a gente resgata a nossa história e mantém acesa a chama da esperança no futuro.
Beijins
Lú (08/09/2002)



Uma visita a Vitória



Saudade - Patativa do Assaré (Antônio Gonçalves da Silva)



O TREM                                               PENTA DECÊNIO

Tinha o trem do Zé Povinho,                    No rosto, rugas e pés de galinha,
Um trem bastante curtinho,                     Nas costas, aquela dorzinha.
Que andava devagarinho,
Com a gente dando tchauzinho,               Pressão, um pouco alterada,
Prá tudo que é curumim.                         A vista, prá lá de cansada.

Havia o trem de gado,                            Enquanto uns tingem o cabelo,
Que era mais encorpado,                        Outros sonham em reavê-lo.
E trotava num gingado,
Com um cheiro arretado,                         Encolhe a barriga o vaidoso,
De bosta seca e capim.                          No espelho, se achando gostoso.

O de minério era comprido,                      A outra morre e não admite,
E passava enxerido,                               Sua luta contra a celulite.
Bem depressa, exibido,
Fazendo grande alarido,                          Não se enganem, Riodocentes,
Parecendo não ter fim.                           Não se dribla o calendário,
.........................................................Aguardemos pacientes,
De noite sob a coberta,                          O nosso cinquentenário.
A meninada desperta,
Aguarda o primeiro apito.                         Lú

O trem surge estridente,
Fazendo o coração da gente,
Pular feito cabrito.

A cama toda estremece,
E a gente até esquece,
Do que de fato é real.

No embalo deste refrão,
Café com pão manteiga não,
O sono chega fatal.

Lu

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Leonardo

Reminiscências da Rio Doce
 
 


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